Clubes, agora, pressionam salários para baixo



Agentes de jogadores e técnicos estão se queixando da dificuldade para acertar contratos com os clubes. Dizem que os dirigentes estão pressionando os valores para baixo. Alguns dirigentes confirmam isso e afirmam que a época dos salários em torno de R$ 500 mil estão acabando no Brasil.



  • Missori

    Todo grande artista tem o direito de pedir o que ele acha que vale. O grande problema é que os clubes, muitas vezes, nem questionam essa qualidade propagada por jogadores, empresários e mídia, e os contrata sem qualquer responsabilidade com o ativo e passivo do clube, afinal, depois de dois ou três anos não são eles os administradores que deverão descascar o abacaxi. Mas esses mesmos dorigentes começam, agora, a perceber que, se não derem um “stop” nesse “moto continuo” a vaca do futebol brasileiro vai pro brejo. Como o mercado de transferências de jogadores deve, como todo o mercado sério, se pautar pela lei da oferta e procura, uma luz no final do túnel já começa a aparecer, ou seja, esses dirigentes se conscientizarem que não dá prá pagar 300, 400, 500 e até 1.000.000 todo mês para um único jogador sem que o clube quebre; que comecem a estabelecer um teto para a profissão. Quem quiser que pague o estratosférico salário e depois assuma a falência do seu clube. Mesmo com um marketing competente, os salários de nossos jogadores estão muito acima da realidade econômica do nosso país. Os países da Europa, salvo raríssimas exceções, já estão começando a puxar o freio dos salários de seus jogadores e das contratações milionárias. Quem sabe essa não seja um tendência do futebol atual…

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