Por Dilma, Petrobras veta acordo com CBF



Seguindo a linha do governo de manter distância da CBF, a direção da Petrobras vetou um patrocínio à Seleção Brasileira, quando já havia acordo com agência da CBF. O patrocínio, cerca de R$ 10 milhões anuais, com direito a espaço na camisa de treino, iria ser assinado na quinta-feira à tarde, quando surgiu o veto. Desde a posse, Dilma Rousseff esfriou a relação com a CBF e não mudou nem com a chegada de José Maria Marin.

Cadeira vazia
Diretores do São Paulo afirmam que o publicitário Rui Branquinho, vice-presidente de criação da Y&R e tricolor, rejeitou o convite para se tornar diretor de marketing do clube. Dizem que, por enquanto, não têm outros nomes em mente para ocupar o cargo, e que tentarão convencer Branquinho mais uma vez.

Alerta
O estafe do atacante Luis Fabiano, do São Paulo, continua mantendo contato com a diretoria do Al-Rayyan, do Qatar, que teve sua proposta de R$ 13,7 milhões recusada pelo presidente Juvenal Juvêncio. A expectativa dos agentes do jogadores é que na próxima semana o clube catariano faça uma nova investida.

Receita errada
A nova estrutura do Santos, com Comitê de Gestão e dois superintendentes (esportes e administrativo), desagrada até a membros do CG. A avaliação é que os dois executivos possuem tarefas demais e poderes de menos. Isso gera improvisos, como o marketing se ligando diretamente à presidência e membros do comitê atuando na operação do clube.

Patrocínio
Segundo dirigentes do Palmeiras, o clube está perto de fechar um acordo de patrocínio para a região do ombro da camisa. O Palmeiras tenta selar o negócio por R$ 4 milhões, por um ano de duração. A presença na Copa Libertadores do ano que vem, após três anos se ausência, é a moeda do clube para valorizar o acordo.

Tempos novos
Fluminense e Traffic estão quase fechando a renegociação do contrato. O atual prevê de 10% a 20% de taxa de agenciamento sobre qualquer contrato de marketing que o clube feche, durante dez anos. Na época do acerto, a Traffic pagou R$ 5 milhões e emprestou R$ 1 milhão. O empréstimo já foi pago pelo Tricolor.

Xadrez
A pouco mais de um mês do prazo para inscrição de chapas para as eleições do Flamengo, o quadro começa a se definir. O ex-diretor Frederico Flexa, lançara candidatura e recuara para sair como vice de Maurício Rodrigues, agora está negociando com Marcos Braz, ex-vice de Futebol, para apoiá-lo. Jorge Rodrigues, conselheiro influente, também pode fazê-lo.

Eleição 2.0
O Conselho Deliberativo do Internacional deve aprovar na segunda-feira a possibilidade de votação pela internet para o 2º turno da eleição presidencial, em dezembro. O projeto teve a colaboração de todos os grupos. Para ir ao 2º turno, um candidato deve receber 25% dos votos do Conselho, ou estar entre os dois mais votados.

Efeito colateral
Por sua ligação política com a presidente do Flamengo, Patricia Amorim, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, também é alvo de parte da oposição do clube. Conselheiros propõem boicote à tentativa do prefeito de se reeleger. Paes, que pôs vários cartazes na cidade com Patrícia, está disparado nas pesquisas.

DE LETRA
“Dentro do Palmeiras, todos sabem quem são os que vazam e o que manda vazar informações”
Sérgio do Prado, ex-gerente de futebol, demitido há um ano por pressão de aliados do técnico Luiz Felipe Scolari, sob a acusação de ser o informante, após nova crise gerada por vazamentos no clube.



  • FRANCISCO LIRA

    Pra mim é incompreensível a Petrobras deixar de patrocinar a Seleção Brasileira de Futebol, são as duas forças brasileiras que tem moral lá fora.
    Essa medida da Dilma e da “presidenta” da Petrobras nos faz crer que futebol é coisa de homem!
    E elas estão nos punido por birra ou preconceito.

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