Árbitros de São Paulo se queixam de apitarem menos



Árbitros de São Paulo se queixam que passaram a ser muito menos escalados na Série A depois da entrada de José Maria Marin na CBF. Segundo alguns apitadores, o presidente da comissão de arbitragem, Sergio Côrrea, perdeu o poder e tem função decorativa. Na opinião deles, o baiano Manoel Serapião Filho é quem dá as cartas atualmente.



  • oamaro

    Ué NÃO É SORTEIO ?

  • Toninho

    19 de julho de 2012 – Blog do Gaciba
    Este fim de semana chegamos a décima primeira rodada do campeonato brasileiro de 2012. Hora de fazer um balanço das escalas na série “A” da competição.
    Primeiro, e como referência, vejamos a distribuição que existiu no ano passado ao término da competição levando-se em conta os estados dos árbitros
    Há um ditado no futebol que diz: – Estado forte, arbitragem forte. Pois 2012 vem mostrando que o ditado é verdadeiro. Com o retorno de Ponte Preta e Portuguesa a primeira divisão, os árbitros paulistas, que já eram os mais escalados no Brasil, estão recebendo uma fatia maior do “bolo de escalas”.
    Como a CBF mantém o critério de escalar árbitros locais em jogos envolvendo equipes paulistas (o mesmo ocorre no Rio de Janeiro mas não em todos Estados) e levando-se em conta que temos 6 equipes deste Estado na primeira divisão, são 30 jogos “garantidos” durante o brasileirão (mais jogos que a arbitragem de estados tradicionais como Minas Gerais recebeu durante o brasileirão de 2011).
    A comissão abriu uma exceção para o clássico Palmeiras e São Paulo onde escalou Péricles Bassols (prevendo uma alternativa caso o campeonato termine como no ano passado) mas “devolveu” a escala na mesma rodada onde Wilson Seneme atuou no clássico carioca entre Fluminense e Botafogo.
    O que impressiona é o número de árbitros paulistas que já apitaram, ou apitarão, a primeira divisão deste ano. Com a estreia de Leandro Bizzio Marinho no jogo entre Corinthians e Portuguesa neste fim de semana, a escola paulista chega a 10 árbitros na competição contra 7 em todo ano passado. Além de Leandro, mais 4 árbitros que não haviam apitado a competição em 2011 “estrearam” na elite do futebol nacional: Raphael Claus, Marcelo Aparecido de Souza, Antonio Rogério Batista do Prado e Flavio Rodrigues Guerra.
    Para se ter uma noção da força da arbitragem paulista na competição, seus árbitros apitaram 27,3% dos jogos do campeonato (30 em 110) contra os 18,7% de 2011 (71 em 380). De um total de 38 árbitros utilizados pela CBF na série “A”, 10 são paulistas.
    Já o Rio de Janeiro, segundo em escalas em 2011 surpreende negativamente. os Cariocas, até o momento só tiveram 3 árbitros escalados contra 7 do ano passado (Péricles Bassols, Marcelo de Lima Henrique e Wagner Magalhães). Com isso, sua porcentagem de escalas caiu de 15,5 % em 2011 para 11,8 % este ano.
    O Rio Grande do Sul segue sendo a terceira escola em números de escalas mantendo 5 árbitros na primeira divisão e praticamente o mesmo percentual de aproveitamento (11,3% em 2011 contra 11,8 % agora).
    O Paraná dá uma subida, muito provavelmente por poder contar com Evandro Roman desde o início da competição chegando à 10,9% dos jogos. Os paranaenses são, agora, a quarta força já que o Distrito Federal, após a debandada de seus principais expoentes – Sandro Meira Ricci (PE), Wilton Pereira Sampaio (GO) e José de Caldas Souza (TO) – que haviam apitado 10,3% (39 jogos) das partidas de 2011, este ano não teve 1 escala sequer na elite.
    No quadro abaixo, além da subida natural dos estados de Pernambuco (com a chegada de Ricci) e Goiás (com a chegada de Wilton), o que mais chama a atenção é o baixo aproveitamento dos árbitros mineiros. Minas Gerais caiu de 7,1 % para 2,7% de aproveitamento em 2012. Aqui, vale ressaltar a ausência de Alicio Pena Junior, um dos mais experientes árbitros brasileiros que aguarda nova oportunidade nos testes físicos.
    Confira abaixo o quadro completo das escalas por Estados no ano de 2012 levando-se em conta, inclusive, a rodada vindoura deste fim de semana.

  • Toninho

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