Agora, Corinthians minimiza naming rights



Quando o projeto da Arnea Corinthians foi lançado, o discurso da diretoria de Andrés Sanchez era pagar o estádio com a venda dos naming rights. Com a dificuldade de vender, o Corinthians passou a oferecer outras propriedades de mídia e por fim exclusividade de venda de produtos na Arena. Nada deu certo. Agora, o Corinthians não fala mais em R$ 40 milhões por ano para obter com naming rights. A metade disso já é considerada um grande negócio, desde que o contrato tenha perto de 20 anos.  O clube agora diz que projeta faturar R$ 150 milhões por ano com a nova arena e que o dinheiro do naming rights não é muito importante.



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