Libertadores é Santo Graal para os são-paulinos



Às 21h30 de hoje à noite, em Córdoba, Argentina, o São Paulo enfrentará o Talleres, iniciando uma nova saga em busca da Libertadores. Com modificações na equipe, o Tricolor entrará em campo com Tiago Volpi, Bruno Peres, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Jucilei ou Willian Farias, Hudson e Hernanes; Nenê, Everton e Pablo.

Ainda que exista quem diga que a Libertadores não é tão importante quanto parece, para o torcedor tricolor, o torneio que define o melhor das Américas é uma espécie de Santo Graal.

Engana-se, e muito, quem pensa que a Libertadores não é uma obsessão tricolor. Para dimensionar a relação entre Libertadores e o Morumbi, poderíamos adaptar a rivalidade entre corintianos e palmeirenses, eternizada no filme “Boleiros”, de Ugo Giorgetti, com a frase: “Você não sabe o que é uma Libertadores para o são-paulino”.

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Na religião, o Santo Graal é o cálice em que Jesus utilizou na Última Ceia. Na literatura, quem o encontrasse teria poderes especiais como rejuvenescimento, proporcionaria paz nos reinos e traria prosperidade.

Distante 13 anos do último título na Libertadores, em 2005, e com apenas um na última década, encontrar a Libertadores traria os mesmo efeitos do Graal no reino no Morumbi.

Voltar a disputar a Libertadores da América é importante pela óbvia e continental razão, porém, na mente dos são-paulinos, projeta-se na mente dos tricolores as melhores glórias do passado, tempos de uma máquina de jogar formada pelo mestre Telê Santana, na década de 90, e de um time habilidoso e raçudo, no período de 2000.

A Libertadores tem uma ligação profunda com o torcedor são-paulino. A partida, que será narrada por Galvão Bueno, potencializa as reminiscências no Tricolor, que associava a voz ao momentos de glória do São Paulo no torneio das Américas.

Para que não seja uma caminhada com dois capítulos, o São Paulo precisará, contra o Talleres, jogar tudo o que ainda não jogou na temporada 2019.



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