De virada, São Paulo faz 4 a 1 contra o Mirassol



foto Chiri

Na estreia do Paulista, o São Paulo, apesar de sair atrás placar, conseguiu empate na primeira etapa e a virada logo no início do segundo tempo. Com a vantagem no placar, o Mirassol abriu um pouco mais, então o Tricolor impôs sua superioridade e terminou a partida com o amplo placar de 4 a 1.

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Aos 11/1T, a primeira chance do Tricolor. Reinaldo cobrou lateral a Everton, que cruzou, a bola percorreu a grande área, sobrou no jeito para Helinho, que não conseguiu empurrar para as redes.

O cenário otimista do São Paulo no primeiro tempo começou a mudar um minuto depois, aos 12, quando o lateral do Mirassol cruzou rasteiro, a bola chegou à pequena área e na dividida Bruno Peres acabou jogando contra a meta de Volpi.

Se a proposta do Mirassol era se fechar e esperar um contra-ataque, o gol, logo no início, era tudo o que sonhara.

O São Paulo precisava reagir, mas as transições eram lentas, principalmente quando a bola saía da defesa e encontrava os pés de Hudson ou Jucilei, facilitando a marcação do Mirassol.

O gol de empate chegou aos 29/1T, de bola parada. Nenê cobrou o escanteio, Anderson Martins subiu mais que todo mundo na zaga, meteu uma forte cabeçada, o goleiro chegou, mas não foi o suficiente para espalmar.

O Tricolor, ainda tirando o zinabre das pernas, não era um time articulado. A partida ficou equilibrada.

Na segunda etapa, logo aos 5, falta na esquerda, Reinaldo cobrou no bico na grande área, Pablo, sem ângulo, movimentou-se, livrou-se da marcação e, mesmo distante do gol, meteu a cabeça na bola que foi no canto direito de Matheus Aurélio.

A virada em 2 a 1 alterou completamente a partida. O Mirassol, em desvantagem no placar, abriu um pouco a marcação, ao mesmo tempo, o São Paulo voltou melhor, com mais movimentação e articulação. A soma destes fatores deixou o campo livre para o Tricolor impor seu jogo e chegar à goleada.

Aos 11/2T, ficou ainda melhor. O zagueiro do Mirassol, Leandro Amaro, que havia tomado amarelo há poucos minutos, cometeu falta em Bruno Peres, tomou o segundo amarelo e foi expulso.

Dois minutos depois, ao 13/2T, cobrança de falta de Nenê explodiu no travessão, Reinaldo pegou o rebote, abriu para Hudson, tocou para Nenê entrando na área, que cruzou e Reinaldo foi coroado com o gol. 3 a 1 no placar e um Mirassol, mesmo que no início da segunda etapa, já sem brilho, apagado pelos refletores.

Aos 20/T, jogada entre Helinho, Bruno Peres e Nenê (que cresceu muito no segundo tempo). Bola na linha de fundo, calcanhar para trás em direção à área, ninguém do Mirassol corta e a redonda chegou macia para Hudson enfiar o pé e fazer um belo gol, o 4 a 1.

Hudson, logo depois do gol, aos 21/2T, foi substituído por Liziero. Depois, aos 26/2T, Helinho saiu para a entrada de Brenner. Aos 37, Pablo, com gol na estreia, deixa o gramado para a entrada de Everton Felipe.

Verdade é que o Mirassol com um a menos, contabilizando quatro nas redes, estava entregue. Com 4 a 1 aos vinte do segundo tempo, a partida poderia ter sido encerrada.

O São Paulo queria mais. Pressionou, teve várias chances, mas não conseguiu converter em gol. Tudo já estava feito, era só aguardar o apito final, para comemoração de 21.865 tricolores que fizeram um bom público no Pacaembu.

Evidente que ainda há muitos ajustes a serem feitos no Tricolor. O adversário não ameaçou o São Paulo ao longo da partida e a goleada entre um time grande sobre um pequeno do interior é a estreia perfeita.

O São Paulo voltará a campo, pela segunda rodada do Paulista, dia 23 de janeiro, contra o Novorizonte, fora de casa.



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