Como será o São Paulo pós intertemporada?



Após duas quedas: na semifinal do Paulista e na Copa do Brasil, o São Paulo, considerando o calendário apertado do futebol, “ganhou” um longo período de 17 dias para aprimorar o físico, recuperar jogadores, treinar e ampliar formações táticas.

Mas agora a intertemporada forçada acabou. Na noite desta quinta-feira, às 21h45, no estádio do Morumbi, na segunda e decisiva partida contra o Defensa y Justicia, pela Copa Sul-Americana, o São Paulo, ainda que o time argentino configure-se entre os pequenos da Argentina, iniciará uma nova jornada para colocar à prova os conceitos de Ceni-Beale.

É válido recordar que na primeira partida, realizada na Argentina, Ceni tentou espelhar a equipe do Defensa, atuando com três zagueiros. O time encontrou chances, porém, no todo, não foi bem. Rogério quis alterar o esquema tático durante a partida. Perdeu-se: Tirou Breno, colocou Shaylon; depois, com a expulsão de Buffarini, tirou Shaylon e colocou Wellington.

Ainda, para preservar Junior Tavares – já que naquele momento um clube do tamanho do São Paulo não possuía um reserva para a lateral esquerda – sacrificou Buffarini no setor. Em termos de formação tática e substituições foi um desastre. Com isso, voltou para o Morumbi com um empate debaixo dos braços.

Depois da intertemporada e com o competitivo Brasileirão batendo às portas, interrogações inevitáveis são: Qual será o esquema tático? Qual o time titular? Conseguirá Ceni variar o esquema tático diante de uma retranca? Neilton, já em maio, apresentar-se-á ao torcedor e para si mesmo? Como estará o sistema defensivo?

Além das crianças e mascotes, estes – e outros – questionamentos também entrarão em campo na partida de hoje à noite, contra o Defensa y Justicia.



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