Caiu na Ponte rumo ao Talleres



Havia uma Ponte, em crise e com técnico interino, no caminho para o Talleres, no Morumbi. E o São Paulo, com um time que poderia ser base na partida da Liberta, não conseguiu atravessá-la. Perdeu por 1 a 0 e parece, a cada partida, estar sem um caminho…

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Jardine escalou o São Paulo com Volpi, Araruna, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo. No meio, Hernanes como segundo volante e William Farias. Entre o meio e o ataque, Nenê, Éverton, Carneiro e Antony.

Do show de horrores que foi o futebol praticado pelo São Paulo, um destaque: Antony mostrou que, além de bola, tem personalidade, vontade. No mais, um time estéril que não conseguiu dar três chutes ao gol da Macaca. Na primeira etapa, então, nenhum. Muito pouco para quem terá de faze três no Talleres.

O primeiro tempo, de ambas as equipes, foi lastimável. Apenas uma chance real da Ponte, aos 31, em dois chutes, de Gerson Magrão, que Volpi defendeu e na rebatida, sobra para Thalles. Sem dúvida, quem tem grupo de time no whatsapp foi mais animado que a partida entre Ponte e São Paulo.

No segundo tempo, Jardine mudou: colocou Igor Vinícius no lugar de Hernanes, com isso, Araruna, que estava na lateral, foi para o meio; Carneiro saiu para entrada de Diego Souza; e Biro-Biro por Éverton.

Não mudou nada. Aliás, piorou.

O que se viu foi um time apático, estéril, perdido entre as linhas, sem criatividade. Arboleda, com 2 metros e 50, perdendo bolas no alto dentro da área; Nenê sem criar nada; Carneiro assistindo a partida de dentro do campo; Éverton, que não vem fazendo nada há tempos, repetindo o vácuo. Foi um horror.

Aos 35 do segundo tempo, escanteio no primeiro pau, Renan Fonseca dá uma casquinha, a bola vai para dentro da pequena área para Hugo Cabral empurrar para a rede.

A fase preparatória do São Paulo, para o mais importante jogo do ano neste momento, contra o Talleres, observa-se que a equipe vem, gradativamente, num espiral decadente.

A imagem que sintetiza a torcida do São Paulo, diante do futebol apresentado, é a de Carneiro com um saco de gelo na cabeça…



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