Ranking do NBB 11 - 1.0 - Café Belgrado

Ranking do NBB 11 – 1.0



Ranking

1 – Flamengo
2 – Franca
3 – Bauru
4 – Paulistano
5 – Pinheiros
6 – Botafogo
7 – Mogi
8 – Minas
9 – Corinthians
10 – Brasília
11 – Basquete Cearense
12 – Vasco
13 – São José
14 – Joinville

A décima primeira edição do NBB começa neste sábado com promessa de ser um dos campeonatos mais comentados da história do basquete nacional. Se é verdade que a LNB perdeu a decenária parceria com a Globo, a gigantesca emissora de comunicação do país, ela estabeleceu de vez conexões com ESPN, Fox e Bandsports, além de manter ou ampliar os acordos com Twitter, Facebook e a Band.

Pra se ter uma ideia, já no primeiro dia de competição, três dos quatro jogos serão transmitidos: às 13h25, Paulistano x Mogi pela ESPN e pela Band, às 15h25, Brasília x Vasco pela Band, e às 18h, Ceará x Flamengo, no Facebook.

Para mim, este campeonato tem um grande favorito que é o Flamengo, e duas grandes forças para persegui-lo, que são Franca e Bauru. Acho que os três devem brigar em cima, com a dupla da capital paulista, Pinheiros e Paulistano, tentando entrar no segundo grupo.

Não acho que o espaço entre os rivais paulistanos e os dois times do interior seja tão grande, mas acho que existe. O Paulistano, especificamente, tem alguns meninos que podem dar um salto de qualidade ainda maior neste ano, na medida que o amadurecimento se imponha. O Pinheiros é um pouco diferente, me parece faltar um pouco mais de organização tática e identidade de elenco para conseguir brigar entre os primeiros. De todo modo, acho que larga entre os cinco melhores times do campeonato.

Há uma outra gaveta que traz times menos confiáveis neste momento. O Botafogo lidera este grupo por ter feito bons jogos contra o poderoso Flamengo no estadual. De todo modo, um campeonato como o NBB tem outra configuração e eu imagino que o time deve penar um pouco mais. O Corinthians decepcionou demais no Paulista. Está certo que é início de trabalho, e que o time foi basicamente remontado, mas precisava ter jogado melhor no Estadual – sequer classificou para os playoffs. O time deixou alguns sinais em triunfos específicos que pode ter algo ali. É complicado julgar o Minas porque o que temos sobre são os resultados de amistosos, e ali ele ganhou e perdeu de times melhores e piores que ele. Sei que o projeto é interessante e promete. Mogi me empolga menos – me parece que falta punch, mas é evidente que temos que respeitar o que Guerrinha faz ano após ano. Ainda assim, não vejo nada muito claro que separe estes times, não por enquanto.

O Brasília, pra mim, é uma incógnita gigante. O time tem três estrangeiros de bom nível, que custaram acima do preço médio do NBB. Graham, especialmente, tem potencial para ser uma estrela por aqui. Ricky Sánchez é jogador de rotação da seleção de Porto Rico que joga as Eliminatórias e o Graterol da venezuelana. O que vai dar isso, com um elenco de veteranos experimentados no NBB e um técnico estreante? Vai saber! Acho que ao seu modo, o Basquete Cearense tem um modelo mais barato que pode dar resultados parecidos com este. Estrangeiros bons – e neste caso, experimentados no Brasil – e alguns jovens, um técnico estreante. A diferença? Lucas Nepomuceno sentado na primeira fileira de todos os jogos. Isso muda tudo. Olho neste time.

Abaixo destes, vejo o Vasco e São José. Curioso que Bial tenha deixado o Ceará para um projeto que se mostrou uma aventura instável. Problemas de folha, perda do principal jogador às vésperas da competição. Isso não costuma dar em coisa boa. No papel, o time não parece ter cacife pra meter medo em ninguém. O São José tá voltando aos poucos e não conseguiu, logo de cara, montar um time excelente. Paciência. Terá ao seu favor um dos ginásios mais apaixonados do país e imagino que ajudará o time a vencer jogos inesperados.

O Joinville tem como maior mérito a manutenção do projeto e, daqueles que imagino que brigarão entre o 10º-14º, é o que menos tem poder de fogo. Não foi desta vez que a direção conseguiu atrair investimentos para montar uma equipe competitiva, então a disputa do campeonato será basicamente para manter a ideia de basquete viva na cidade.



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