Quem manda é o futebol de Minas



O melhor do futebol nacional está concentrado em Minas Gerais. E como faz bem ao Cruzeiro ter um Atlético-MG forte. E neste caso a recíproca é mais do que verdadeira. A rivalidade tão presente faz com que a disputa seja intensa a todo instante.

Desde 2013 o estado tornou-se dono dos principais títulos. Somente o Flamengo, campeão da Copa do Brasil no ano passado, tratou de se intrometer nas conquistas da dupla. Copa Libertadores, Campeonato Brasileiro, Recopa Sul-Americana e vem mais por aí. Os rivais estão nas semifinais da Copa do Brasil e podem fazer uma inédita final. Tira-teima para decidir a temporada? Não seria nada mal ver uma final dessa. Para aqueles que idolatram o mata-mata então seria uma espécie de êxtase.

A Raposa tropeçou pela segunda rodada consecutiva. Se contra o Palmeiras o acréscimo foi salvador no Mineirão, em Florianópolis o mesmo tempo adicional puniu o líder. A vantagem ainda é confortável. A queda de rendimento é o que preocupa para os dois jogos eliminatórios contra o Santos a partir de quarta-feira.

Já o Alvinegro, no Horto, não deu chance ao cambaleante Sport. Os pernambucanos até ensaiaram aprontar no Independência, mas a fase ruim de oito jogos sem vencer prevaleceu. O Atlético-MG virou mesmo sem Diego Tardelli, suspenso, e subiu para a vice-liderança. Ainda pode ser ultrapassado pelo São Paulo que completa a rodada amanhã contra o Goiás, em casa. Mas até o apito inicial no estádio do Morumbi a dupla mineira mandará na tabela de classificação como tem mandando no futebol nacional.

Até o fim da temporada estão em disputa mais duas taças e como, merecidamente, o imã da competência tem levado o troféu para Minas Gerais, a Toca da Raposa e a Cidade do Galo podem ganhar mais um adorno em suas respectivas salas de troféu. Para o lado azul, a chance de duas é maior neste momento. Os mineiros é que estão no comando.



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