Cent’anni di lotte e glorie



(Eduardo Viana/L!Press)

(Eduardo Viana/L!Press)

Para a maioria dos palmeirenses o dia 12 de junho é a libertação. Para um garoto de oito anos é o início da paixão e o amor por um clube de futebol. A fila vista por pai, tios e primos foi exorcizada no pênalti de Evair naquele início de noite  no Morumbi.

O mau momento sempre se contrastou com as histórias do avô ao falar de Oberdan, Valdir, Julinho, Chineisinho… Desde cedo ensinou a decantar em verso e prosa o maior time visto por ele: Leão, Eurico, Luís Pereira, Alfredo e Zeca; Dudu e Ademir; Edu, Leivinha, César e Nei.

Domingo de jogo no Palestra Itália era o evento da semana. Macarronada na casa do nonno e a família rumava ao estádio. Mal acostumado, a diversão era apostar de quanto o Palmeiras ganharia. Foi assim em 1996 e o ataque dos 102 gols. No mesmo ano, a frustração por perder a Copa do Brasil serviu como ensinamento para os dias duros. E olha que não foram e não são poucos até hoje.

Aos futuros palestrinos, o garoto que ficava atento às histórias do Palestra Itália e Palmeiras vai poder contar com orgulho que viu um Santo no gol, um timaço campeão da Libertadores e que aprendeu a amar incondicionalmente o clube graças ao seu avô Cléo.

Parabéns pelos cem anos de lutas e de glórias!



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