Cadê os patetas?!?



Diego Lugano, Raí e Ricardo Rocha chegaram a ser chamados de os três patetas no início do ano dados os problemas que o São Paulo enfrentava para formar o elenco e o péssimo início de temporada do time.

Quando, por sugestão de Lugano, Diego Aguirre foi contratado, também houve vozes discordantes no Morumbi, que achavam que o uruguaio não iria resolver os problemas do time e que o buraco era mais embaixo. Muito mais embaixo.

Líder do Brasileiro, porém, e forte candidato a terminar o primeiro turno na frente, bastando vencer a Chapecoense, domingo, em casa, o Tricolor vive momentos de euforia e uma espécie de “Aguirremania”.

De criticados, Lugano, Raí e Ricardo Rocha acabaram “absolvidos” pelo grupo de conselheiros que questionavam o trabalho do trio e passaram a ser considerados fundamentais no processo de blindagem da cúpula são-paulina.

Como muitos de nós, da mídia, e boa parte da torcida também, primamos pelo imediatismo e por análises rasas e superficiais, não é de se estranhar que Aguirre e o trio de ex-jogadores passassem do inferno, no caso, ao paraíso.

O papel do treinador, claro, é fundamental, mas um técnico não ganha nem perde o jogo sozinho. Há inúmeras variáveis em jogo que acabam deixadas de lado, não? Entre elas o acaso, que faz parte do esporte e, em particular, do futebol.

E, além do bom trabalho de Aguirre, que soube trabalhar o vestiário até aqui e tem feito o time atuar com a garra uruguaia, dando-lhe um padrão de jogo, o torcedor não pode esquecer do papel essencial dos auxiliares do treinador. Raul Enrique Carreras, Juan Verzeri e André Jardine, pouco citados pela imprensa, têm ajudado muito o trabalho de Aguirre. Mais do que muitos possam imaginar…



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