Complô no Santos



O presidente do Santos, José Carlos Peres, acha que está sendo vítima de um complô para tira-lo da direção.

Alvo de um terceiro pedido de impeachment e criticado por ex-integrantes do Comitê de Gestão, ele tem dito a interlocutores que, desde o início, seu trabalho tem sido minado por outros quatro grupos políticos e até mesmo por membros da situação.

Teria sido esse o caso de Orlando Rollo, seu vice, de quem reclama muito nos bastidores.

O racha entre os dois se ampliou em junho, quando Peres foi à Europa e deixou o barco nas mãos de Rollo.

Os dois não se entendem sobre o departamento de futebol. E sobre finanças e marketing e, especialmente, sobre a distribuição de cargos no clube.

Para Peres, Rollo tenta desestabilizar sua gestão e não é de hoje.

E, como Rollo tem forte influência sobre as organizadas, a pressão só aumenta.

A má fase do time, que não vence ninguém, pelo menos não venceu até aqui depois da pausa para a Copa (aguardemos a esperada recuperação), torna o clima mais pesado ainda.

Ricardo Gomes, executivo de futebol, tem sido detonado nos corredores e mesmo Cuca, que chegou acarretando gastos mensais para o Peixe na ordem de R$ 700 mil, já está sendo criticado e, acreditem ou não, alguns conselheiros acham que deveria ser substituído logo.

O receio do descenso no Brasileiro existe, o time está na zona de rebaixamento, mas se vencer o Sport, sábado, em casa, pode dar uma leve respirada.

Sim, respirar é preciso. E parar com todas essas brigas políticas na Vila, também. A questão é saber se é possível. Ainda mais em tempos de mares tão revoltos.



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