Naming rights em 2019



O presidente Andrés Sanchez está sendo pressionado no Timão a se mexer logo quanto à questão da venda dos direitos de nomear o estádio do Corinthians.

A ideia era vender o nome, por 10 a 20 anos, ainda em 2012, mas até agora nada. Na época falava-se em receitas na ordem dos R$ 400 milhões.

Chegou a Copa do Mundo no Brasil e nada. Passou a Copa e tampouco algo aconteceu.

O dirigente, porém, diz que sondagens a empresas seguem sendo feitas e que espera a concretização de um possível negócio o mais cedo que der.

Mas o mais cedo, segundo disse a interlocutores próximos preocupados com a dívida da arena, não seria em 2018, devido ao momento político e econômico-social que atravessa o país, com eleições em outubro.

Diz ele que até o primeiro semestre do ano que vem uma empresa para nomear o estádio será encontrada. Mas os valores talvez sejam menores do que os R$ 400 milhões sonhados há mais de seis anos. Sem levar em conta a inflação do período.

A urgência para definir um interessado explica-se pelo fato de as receitas da arena serem insuficientes para bancar o financiamento da mesma. Como consequência a conta tem sobrado para o futebol corintiano, obrigado a se desfazer de seus principais jogadores, caso de Rodriguinho, que se despediu no duelo contra o São Paulo.

PS. Volto a postar na próxima terça (dia 14) e desejo a todos ótimos dias até lá. Com meu abraço, João



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