O emprego ideal



Importante dirigente da CBF diz confiar que Tite irá prosseguir no comando da Seleção até Copa do Qatar, que começa em novembro de 2022 e termina em dezembro do mesmo ano.

E diz o porquê. Acha que o emprego do treinador é o dos sonhos de todo mundo, em especial o de técnicos de futebol.

Lembra que Tite “escolheu” seu chefe, Edu Gaspar, coordenador de seleções. E que, na prática, seu chefe não passa de um de seus auxiliares, ou seja, Tite não era cobrado por ninguém na confederação.

Lembra ainda que Tite pôde empregar o próprio filho na comissão técnica, recebendo, o filho também, da CBF, que administra um patrimônio público nacional como se fosse um produto privado.

E continua. Diz que Tite recebia quase R$ 1 milhão por mês da entidade e só de comerciais para a Copa ganhou mais de R$ 10 milhões.

Fora que tem quase toda a imprensa e a opinião pública a seu favor, tanto que errou várias vezes na Rússia, levando um nó do técnico espanhol que comanda a Bélgica no primeiro tempo do confronto entre os dois, e mesmo assim teve muita gente dizendo que o Brasil só perdeu porque faltou sorte ou sobrou azar. Como se um jogo de futebol se limitasse a isso. Sorte ou azar.

Seja como for Edu Gaspar deve continuar. Tite pediu um tempo para pensar, mas a CBF acha que ele irá permanecer, sim, por mais quatro anos e meio.

Lembrando que teve pouco menos de dois anos para trabalhar a Seleção para a Copa, o que não é considerado por ele o ideal. Mas o treinador da Bélgica teve tempo parecido de trabalho com a equipe que eliminou os canarinhos e o técnico croata, que levou seu time à final do Mundial, não tem nem um ano no comando do time. Ou seja…

E os três, tampouco custa lembrar, toparam os desafios. E as condições de trabalho, não?



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