VAR no Brasileirão?



E não é que a direção da CBF parece ter se rendido ao vídeo de árbitro?

O pessoal que comanda a confederação, entre eles o atual presidente, coronel Nunes, seu sucessor, Rogério Caboclo, e Fernando Sarney, um dos vices da entidade e sim, filho de José Sarney, o próprio, acha que o VAR veio para ficar e que será difícil, depois do Mundial, o torcedor se acostumar a ver jogos sem o tal do vídeo de árbitro.

A ideia é, depois do Mundial, fazer um estudo detalhado sobre como implementar pelo menos na Série A do Brasileirão, quiçá na B, a nova tecnologia já para o ano que vem.

Vale lembrar que os clubes da Série A foram contra o uso do VAR no Brasileirão, entre eles o Corinthians, boa parte dos quais, no entanto, preocupada com a questão da grana. E de quem pagaria a conta. Os clubes não querem arcar com ela, não.

A CBF, no entanto, mudou de postura e já cogita bancar os gastos com a nova tecnologia, como acontece em algumas ligas europeias, caso de Portugal e Alemanha.

O problema, no entanto, é que vários campeonatos não têm como pagar os gastos com o VAR, só os de elite mesmo. Para a Série C e a D, por exemplo, talvez mesmo para a B, não dá, diz a CBF.

Com o VAR os estádios precisam de várias câmeras, uma ótima ilha de edição e uma equipe de arbitragem externa também.

A tecnologia, claro, não elimina o erro e depende muito da interpretação do árbitro, que é humano. E o futebol não é uma ciência exata e nunca vai ser. Mas que diminui a margem de erro sem dúvida diminui.

Uma polêmica, enfim, que veio para ficar. Depois da Rússia e do VAR o futebol nunca mais será o mesmo. Será?



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