Crise no Peru



Causou indignação na imprensa e na torcida do Peru a escalação de Paolo Guerrero no banco de reservas na estreia da seleção sul-americana na Copa da Rússia.

Na Federação Peruana de Futebol, que havia sido avisada antes por Ricardo Gareca de que o atacante não começaria jogando, a irritação foi com a demora do treinador argentino em coloca-lo em campo.

A avaliação é de que o jogo contra a Dinamarca pedia Guerrero e de que o atacante deveria ter entrado para atuar durante todo o segundo tempo e não nos minutos finais, quando os escandinavos já venciam por 1 a 0.

Gareca pode até argumentar que Guerrero não está em tão boa forma como os demais e que o Peru vinha jogando bem sem o atacante, mas os peruanos estão irritadíssimos e um dos dirigentes da federação local chegou a cogitar a demissão do treinador com a Copa em andamento. Antes, portanto, da segunda rodada.

O Peru não disputava uma Copa do Mundo, vale lembrar, desde 1982, a torcida peruana lotou o estádio contra os dinamarqueses e pedia a entrada de Guerrero desde o primeiro tempo.

O jogador, que defendeu o Flamengo, estava suspenso por doping, mas uma corte suíça liberou sua participação na Copa, o que causou euforia entre os torcedores peruanos.

O Peru está no grupo de França e Dinamarca, ambas com três pontos agora, e da Austrália, que está em terceiro na classificação. Com a derrota na estreia, que está dando o que falar no Peru, no Brasil e no mundo todo, os peruanos estão em último lugar. E Gareca, na berlinda



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