Declaração de guerra



Seguem repercutindo muito mal no Verdão as declarações de Andrés Sanchez, presidente do Corinthians.

O dirigente do Timão acha que Leila Pereira, que patrocina o Palmeiras pagando valores acima do mercado, como ela mesma já disse em mais de uma ocasião, deveria retirar o apoio ao Palestra.

Leila virou conselheira do clube e pretende, depois de um eventual segundo mandato de Maurício Galiotte, ser candidata a presidente do Palmeiras.

Dona da Crefisa e da FAM, que bancam o Verdão, ela tem sido alvo de ataques de seus pares no Conselho, mas tem o apoio da maior parte dele.

Andrés chegou a dizer que falam em lavagem de dinheiro no caso das empresas de Leila que patrocinam o Palmeiras.

As declarações causaram revolta no Palestra e muitos conselheiros querem uma resposta forte. Não branda como se viu até aqui. Querem um posicionamento oficial do clube questionando Andrés sobre uma série de supostos malfeitos. Entre eles, a construção da Arena Corinthians, em Itaquera, pela Odebrecht, projeto do ex-presidente Lula, que virou alvo até da Lava Jato. E cujas contas não fecham.

Querem perguntar sobre as cifras envolvidas no estádio e os naming rights, que, depois de seis anos, seguem no papel. E sem nada de concreto.

Querem ainda explicações de Andrés sobre sua atuação como parlamentar do PT, sua ligação com Lula, Odebrecht e a política do país.

Dependendo deles a guerra está definitivamente declarada entre Verdão e Timão. O clima ferve. E ferve muito.



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