Galo pega fogo



O clima no Atlético-MG é dos piores possíveis e a cabeça de Alexandre Gallo, diretor de futebol do clube, já foi pedida ao presidente Sérgio Sette Câmara.

Conselheiros e membros da própria diretoria acham que Gallo não tem preparo para comandar o departamento de futebol e acham que nem deveria ter sido chamado.

Lembram que apostou equivocadamente em Oswaldo de Oliveira, depois defendeu a saída do treinador, sem saber o que fazer efetivou o inexperiente Thiago Larghi no cargo e não trouxe os reforços que prometera há pouco mais de dois meses.

E ainda recordam de seu pífio trabalho nas categorias de base da CBF, sob batuta de José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, tanto que acabou demitido antes da Olimpíada do Rio, torneio em que o Brasil, comandado por Rogério Micale, seria medalha de ouro.

Vale salientar que o Galo foi eliminado do Mineiro, depois da Sul-Americana e agora da Copa do Brasil, perdendo nos pênaltis para a Chapecoense e ficando apenas com o Brasileiro pela frente.

Revoltados, torcedores protagonizaram tristes cenas de vandalismo para pressionar jogadores, comissão técnica e dirigentes e começaram a atacar o presidente Sette Câmara em redes sociais.

Pelo menos três jogadores pediram reforço na segurança na entrada e saída dos treinamentos, em aeroportos e nos jogos do time mineiro.

Que resolveu poupar atletas na Sul-Americana quando não deveria e se deu mal. Ficando apenas com Copa do Brasil e Brasileirão e agora só com o segundo, enquanto o Cruzeiro segue firme e forte. Na Libertadores, torneio para o qual o Galo não conseguiu classificação.



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