Jogo de risco



A diretoria são-paulina está preocupada com o jogo de hoje, no Morumbi, diante do Rosario Central.

A partida pela Copa Sul-Americana, que começa às 21hs45, é considerada de alto risco para o Tricolor.

Em caso de eliminação precoce no torneio a avaliação é de que os jogadores e a própria direção do São Paulo terão que se proteger das organizadas.

Numa fase em que torcedores uniformizados têm ultrapassado os limites, invadindo treinos, agredindo jogadores em aeroportos, ameaçando aqui e acolá, o Tricolor resolveu reforçar a segurança e se prepara para uma série de problemas se o time não avançar no torneio continental.

No jogo de ida houve empate sem gols na Argentina e, em seus domínios, os brasileiros precisam vencer para seguir na competição.

Os torcedores têm todo o direito de vaiar e criticar, especialmente se a equipe cair fora da Sul-Americana, como já aconteceu no Paulista e na Copa do Brasil, mas não de extrapolar um limite e partir para a violência. Aí vira caso de polícia.

Os principais alvos das organizadas, além do presidente Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, muito criticado dentro do próprio Morumbi, têm sido o goleiro Sidão, o zagueiro Rodrigo Caio, que hoje não joga, suspenso e se recuperando de lesão, e o atacante Diego Souza.

Rodrigo Caio, aliás, tem sido alvo faz tempo, o que é uma pena. Considerado profissional exemplar e bom sujeito, revelado pela base, parece que se tornou símbolo da fase de escassez de resultados e títulos pelos lados do são Paulo, como se só os jogadores fossem culpados. Quando o maior problema há tempos no Tricolor tem sido mesmo de gestão. A deficiência maior não está em campo, mas fora dele. Há tempos.



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