Zé Ricardo cobrado



Ainda durante a partida de ontem em São Januário Alexandre Campello foi pressionado por mensagens de conselheiros e integrantes da diretoria vascaína indignados com a atuação do clube carioca.

Boa parte dos pedidos era pela cabeça de Zé Ricardo, que não estaria fazendo bom trabalho.

A gritaria era forte. E a avaliação dos queixosos era de que o técnico não deu nenhum padrão tático ao time, muito menos equilíbrio emocional, que a defesa parecia um queijo suíço e que o meio-campo estava perdido, sem conseguir ajudar lá atrás e muito menos fazer a ligação com o ataque.

O presidente, no entanto, insistia a interlocutores que Zé Ricardo iria continuar e que seu trabalho não está em xeque, apesar de tantas reclamações.

Campello lembrava que o treinador recusou, no início do ano, proposta para atuar no futebol árabe e resolveu apostar no Vasco. Em vez de ficar até o final de 2018 a ideia passou a ser de continuar pelo menos até dezembro de 2019.

O fiasco na fase de grupos da Libertadores, porém, ainda mais depois de novamente levar de quatro, agora do Cruzeiro e em casa, revoltou não só dirigentes vascaínos como parte da galera, que protagonizou cenas tristes de violência em São Januário. O resultado é que, além da eliminação, o clube deve sofrer punição da Confederação Sul-Americana. E o ambiente, que já era ruim, deve piorar ainda mais. Especialmente se Eurico Miranda for mesmo denunciado por gestão temerária, como querem muitos pelos lados do Vasco. Que está, diga-se de passagem, atolado em dívidas e mais dívidas há anos. Anos e mais anos.



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