Pela renúncia de Peres



Um grupo de conselheiros do Santos tem pedido para José Carlos Peres renunciar à presidência do clube.

E não por ter agido contra a norma estatutária ao determinar que todas as contratações só poderão acontecer mediante sua determinação prévia e expressa, passando por cima do Comitê de Gestão, nem pelas demissões que resolveu fazer e muito menos pelo acerto com a Globo, que descontentou muita gente que acha que a emissora não dá a devida atenção ao Peixe.

O que está pegando mesmo é a sociedade em uma empresa de compra e venda de jogadores com um dirigente que atuava na base do Santos e foi acusado de pedofilia e abuso sexual. Para o grupo de conselheiros a sociedade por si só, independentemente da denúncia contra o parceiro, é motivo para novo pedido de impeachment e mancha a imagem do clube. Eles chegaram a pedir que Peres renunciasse ao cargo, sem sucesso.

O presidente do Santos se defendeu lembrando que o primeiro pedido de impedimento foi considerado fraco por Marcelo Teixeira, presidente do Conselho Deliberativo, e rebateu ponto por ponto as acusações. Acha-se vítima de perseguição política.

Sobre a empresa disse que não tinha tempo para toca-la e que, quando fez eventos para o Santos, não ganhou um centavo. Já sobre a acusação contra seu sócio afirmou que o mesmo lhe disse ser inocente e que vai se defender na Justiça. Lembrou ainda que, justamente para responder a denúncia, afinal tem direito à defesa, claro, seu parceiro de empresa não exerce mais cargo nenhum no Santos. E insiste que não vai sair. Não pensa em renúncia. E diz ainda que enfrenta gente poderosa e perigosa, apesar de não ter citado ninguém nominalmente.

Dias turbulentos em Santos. E que não devem parar por aí…



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