Santos escondido



Segue a discussão no Santos sobre a política de aproximação da atual diretoria do clube com a Rede Globo de Televisão.

O presidente José Carlos Peres tem dito que no Brasileiro-2018 o time terá mais jogos transmitidos em TV aberta do que nos anos anteriores e que deixará de ser a quarta força em termos televisivos, como muitos conselheiros irados alegam ser o tratamento dado ao clube pela principal emissora do país.

Um grupo de conselheiros que há tempos reclama da Globo diz que Peres afirma que agora o Santos terá mais espaço, mas que não quantifica o mesmo. Nem afirma quantos jogos imagina passarão do Peixe em TV aberta no Brasileirão, que começa semana que vem, e também na Libertadores.

A gestão de Modesto Roma Júnior teve conflitos com a emissora, tanto que fechou acordo com o Esporte Interativo e não com o SporTV, a partir do ano que vem, reclamando justamente do pouco espaço que tem na TV aberta. E também na fechada.

A Globo, no entanto, sempre negou deixar o Santos em segundo (ou terceiro ou quarto) plano. E, como emissora comercial que é, está de olho no faturamento e na audiência. Conseguindo bons resultados em campo é lógico que o Peixe terá mais espaço. Quanto, no entanto, não é possível quantificar, ao contrário do que querem conselheiros que reclamam de suposta submissão de Peres à Globo.

Enquanto isso segue a celeuma na Vila. Que não se limita à TV. Mas também ao número de jogos que o time pretende mandar no Brasileirão e na Libertadores no Pacaembu e à qualidade do elenco. Alguns acham muito fraca, outros apostam na molecada que está surgindo. Eu, também. Acho que ela tem tudo para dar trabalho. Aos outros.



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