Tremedeira são-paulina



Grande parte do conselho tricolor ficou irada com a vexatória atuação do São Paulo ontem, quando perdeu para o Palmeiras por 2 a 0, no Allianz Parque, e foi dominado os 90 minutos pelo rival.

A avaliação, em troca de mensagens, foi de que o time tremeu. Entrou como pequeno, assustado diante do Verdão, sem atitude, sem postura e rezando para o jogo terminar logo.

Alguns conselheiros foram mais longe e viram corpo mole de alguns jogadores.

Ainda na troca de mensagens diziam que o fiasco no Allianz foi a última partida de Dorival Júnior como técnico do time, que de hoje ele não passa.

Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, vinha mantendo o treinador mesmo diante da crítica de conselheiros da própria situação e de Raí, diretor de futebol, ter defendido sua saída, embora o discurso público seja no sentido contrário. O de que Raí defendia sua permanência. Mas não.

Dorival reclamara de algumas contratações feitas por Raí, que dizia que o treinador podia usar quem quisesse, mas que teria que fazer o elenco render. O que não aconteceu até agora.

O discurso de que não tem tempo para trabalhar o time não tem colado. Pelo contrário: gerou mais revolta entre o conselho que quer sua saída imediata. E, pelo que dizem pelos lados do Morumbi, é mesmo questão de horas. A conferir.



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