Rebelião à vista?



Grêmio e Internacional pretendem se unir nas próximas semanas e procurar o apoio de outras agremiações de ponta do Brasil para iniciar um movimento de rebelião contra as federações estaduais e a CBF.

Os dois clubes gaúchos acham que é mais do que hora de rediscutir o formato dos Estaduais e o calendário do futebol nacional.

No último final de semana ambos atuaram pelo Gaúcho com times reservas e o Grêmio, lanterninha da competição, pode ser rebaixado.

Os gremistas reclamam que foram penalizados por ganharem e Libertadores e chegarem à final do Mundial de Clubes, ou seja, o desgaste é maior, e que têm outras prioridades, entre as quais não está o Estadual. O Inter, idem. Dá mais importância à Copa do Brasil, por exemplo, do que ao regional.

A dupla pretende procurar diretorias dos quatro grandes de SP, dos quatro do Rio, além das de Cruzeiro e Galo. Querem pedir mais força aos clubes junto à confederação, que está nas mãos das federações estaduais.

Pretendem ainda repensar o papel dos Estaduais para os grandes dos quatro Estados, protestar contra gramados em condições precárias na Copa do Brasil e o atual formato do torneio, com apenas um jogo na fase inicial, ou seja, sem a partida de volta, além do excesso de jogos durante o ano e mesmo a imagem da CBF nas mãos de Marco Polo Del Nero, aquele que não quer sair do Brasil para evitar risco de prisão.

Santos e Palmeiras já deixaram claro que querem conversar. O Flamengo e os times mineiros, idem.

A CBF, por sua vez, aposta na desunião entre os times brasileiros para manter a atual estrutura de poder, com as federações com maior poder de voto e de força do que as 12 maiores agremiações do país. Ou seja, dividir para reinar.



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