A dívida do Palestra



As contas do Palmeiras de 2017 foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo segunda, mas um grupo de oposição pretende dar dor de cabeça a Maurício Galiotte, o presidente do clube.

O motivo é a mudança no contrato com a Crefisa, patrocinadora do Verdão que injeta R$ 78 milhões anuais no clube, além de ajudar na contratação de jogadores para reforçar o elenco.

Depois de ser autuada pela Receita Federal, já que colocava como despesas valores usados para comprar atletas, reduzindo o imposto a pagar, a parceira do Palestra modificou o acordo com o clube. E a mudança foi retroativa, o que deixou muita gente contrariada pelos lados do Palmeiras.

De uma hora pra outra o clube passou a dever quase R$ 120 milhões a Crefisa, presidida por Leila Pereira, conselheira do Verdão que sonha em chegar à presidência.

Antes o Palmeiras tinha o que se chamava de risco zero. Quando vendesse o jogador contratado pela parceira iria para ela o valor. Caso fosse menor do que o usado para a compra do atleta o prejuízo seria todo dela. Agora não. O Verdão precisa ressarcir a parceira caso venda jogador contratado por ela por um preço menor. Caso não sejam vendidos até o fim do contrato ou sejam vendidos por um valor menor o prezo para ressarcir a Crefisa é de dois anos.

A mudança no acordo entre as partes gerou revolta entre integrantes do grupo de Paulo Nobre. Mas a maior parte dos conselheiros apoia Galiotte e a atuação da Crefisa, responsável pelo Palmeiras ter formado o que muitos consideram um esquadrão para 2018.



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