Del Nero de fora



A chance de Marco Polo Del Nero ir à Copa da Rússia é zero, dizem interlocutores do presidente da CBF.

Desde maio de 2015, quando José Maria Marin e uma série de cartolas foram presos em Zurique, o dirigente resolveu não viajar mais ao exterior, usando como desculpa que tem muito trabalho a fazer no Brasil.

No sorteio dos grupos da Copa-2018, na última sexta, foi o único presidente de confederação a não ir à Rússia. Alegou que tinha trabalho a fazer na sede da CBF.

A Fifa não se pronunciou sobre sua ausência mas disse que vai analisar a situação de Del Nero assim que terminar o julgamento de seu antecessor, Marin, nos Estados Unidos.

Marin é acusado de lavagem de dinheiro, extorsão e fraude num esquema de que Del Nero teria sido um dos beneficiados, recebendo pagamento de propina na venda de direitos de TV de torneios.

Sem Del Nero na Rússia, Fernando Sarney, um dos vices da CBF, deve representa-lo no Mundial, assim como já fez no sorteio dos grupos.

Mas se a possibilidade de sair do país, com receio das investigações do FBI, é nula, a de deixar a CBF também é, dizem os amigos do rei. Com a triste complacência dos patrocinadores e parceiros da confederação.



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