Assédio alviverde



O acordo do Palmeiras com Lucas Lima irritou dirigentes santistas, mas também corintianos e são-paulinos, que temem que, com o poder de fogo de seus patrocinadores, o Verdão consiga arrancar uma ou outra estrela dos rivais.

Um grupo de conselheiros do Santos acha que Lucas Lima não jogou o que podia no final da temporada e desistiu do Peixe porque sabia do interesse do Palestra e seus representantes já haviam se reunido com dirigentes do Verdão, costurando o acordo e atrapalhando sua performance no Brasileirão.

Os santistas acham que o jogador foi ingrato com o clube e não teve postura profissional, lembrando a saída de Paulo Henrique Ganso tempos atrás.

Os palmeirenses dão outra versão e dizem que a conversa de Lucas Lima com o presidente do Peixe, Modesto Roma Júnior, foi tranquila e que o dirigente entendeu que a proposta do Palmeiras era muito boa e tentadora. Acham, portanto, que não há motivos de crise.

Mas o fato de ter perdido o jogador pesa contra Modesto Roma, que sábado disputa a reeleição na Vila. E incomoda não só conselheiros santistas, mas corintianos e tricolores, que assistem às iniciativas do Palmeiras, com a grana da Crefisa, para reforçar seu elenco para 2018. Iniciativas, aliás, que são legítimas, por que não? Se o Palmeiras tem poder de fogo e os outros não o problema não é do Verdão. Ou não deveria ser…



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