Fuga de patrocínio



Dois dos patrocinadores da CBF já sinalizaram que estão desconfortáveis com a situação da entidade e as denúncias contra Marco Polo Del Nero, presidente da confederação.

Alvo do FBI, o dirigente evitar sair do país desde maio de 2015, quando seu antecessor, José Maria Marin, foi preso em Zurique e o próprio Del Nero voltou correndo ao Brasil.

O mandatário não pretende acompanhar a Seleção na Copa e dois dos parceiros da CBF querem deixar claro que apoiam a Seleção e não Del Nero. Que não são parceiros do dirigente, portanto.

Não pretendem abandonar o patrocínio porque a Copa está chegando e querem faturar com ela, mas depois do Mundial, sem mudanças no modo de a CBF funcionar, dizem que podem largar o barco. Será?



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