Pela saída de Levir



A pressão pela saída de Levir Culpi do Santos é grande.

Um grupo influente de conselheiros, muitos da situação, quer a demissão imediata do treinador, mas a direção diz que vai mantê-lo até o final do ano.

Ele tem sido responsabilizado fortemente pela eliminação do time da Libertadores, após perder ontem para o Barcelona, do Equador.

Colocou o time na defesa, a fim de segurar o 0 a 0, levou um gol no segundo tempo e não mostrou poder de reação.

Depois da partida torcedores, revoltados, tentaram invadir vestiário santista e atacaram o ônibus da delegação.

A reclamação também chega ao Brasileirão, já que Levir, apostando todas as fichas na Libertadores, abriu mão de jogos importantes e deixou o Corinthians disparar no Nacional.

Conselheiros também pedem afastamento imediato de Bruno Henrique, que perdeu a cabeça e cuspiu em jogador rival ontem, sendo expulso de campo.

A estabilidade emocional do Santos, aliás, é outro entrave para o trabalho de Levir, que não estaria passando segurança a seus comandados.

E como ainda teremos eleições na Vila, o clima, como podem imaginar, está quente. Fervendo, aliás.



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