Máquina tricolor



Conselheiros de oposição, apoiados por um grupo de cardeais são-paulinos, têm contestado gastos da gestão Carlos Augusto Barros e Silva com a máquina administrativa do Tricolor paulista.

Querem fazer um levantamento em departamentos como marketing, finanças, comunicação e futebol para levantar salários dos funcionários, alguns dos quais seriam apadrinhados pela atual gestão.

Movimento parecido aconteceu nos tempos de Carlos Miguel Aidar, que acabou deixando o cargo para, depois, Leco assumir o clube.

Reclamam ainda da venda excessiva de jogadores e do péssimo desempenho do time, fora a multa de R$ 5 milhões a Rogério Ceni, considerada lesiva aos cofres do tricolor.

A atual administração, no entanto, diz que está saneando as finanças são-paulinas e, por mais que a oposição grite, de fato tem reduzido a dívida. Mas o futebol… Bem, o futebol, infelizmente para os torcedores, tem deixado demais a desejar.



  • luiz felipe

    É importante reduzir a dívida mas não às custas de um desmanche do time. Uma dívida que foi construída durante anos não pode ser eliminada de uma hora pra outra. Passaram do ponto, isso se faz gradativamente equilibrando o financeiro e o futebol. O SP atualmente precisa de duas pré-temporadas, uma em janeiro e outra em julho porque o time é completamente diferente daquele do início do ano. O planejamento também é muito ruim, por que venderam o Lyanco por exemplo se existia a perspectiva do R Caio sair?? Leco é péssimo gestor e Pinotti é um aventureiro. Aliás, é o que o SP se tornou atualmente, um laboratório de luxo para principiantes.

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