Máquina tricolor



Conselheiros de oposição, apoiados por um grupo de cardeais são-paulinos, têm contestado gastos da gestão Carlos Augusto Barros e Silva com a máquina administrativa do Tricolor paulista.

Querem fazer um levantamento em departamentos como marketing, finanças, comunicação e futebol para levantar salários dos funcionários, alguns dos quais seriam apadrinhados pela atual gestão.

Movimento parecido aconteceu nos tempos de Carlos Miguel Aidar, que acabou deixando o cargo para, depois, Leco assumir o clube.

Reclamam ainda da venda excessiva de jogadores e do péssimo desempenho do time, fora a multa de R$ 5 milhões a Rogério Ceni, considerada lesiva aos cofres do tricolor.

A atual administração, no entanto, diz que está saneando as finanças são-paulinas e, por mais que a oposição grite, de fato tem reduzido a dívida. Mas o futebol… Bem, o futebol, infelizmente para os torcedores, tem deixado demais a desejar.



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