Clima quente



O clima no Morumbi ferveu depois de mais um fiasco no Brasileirão e da entrada do São Paulo na zona de rebaixamento para a Série B.

Apesar de, terminada a partida diante do Flamengo, a posição oficial da diretoria ter sido de manter Rogério Ceni como treinador, inclusive se o time perder mais uma vez na próxima rodada, diante do Santos, na Vila, um grupo de conselheiros acha que não dá para seguir assim.

Mostrou-se indignado com o discurso de técnico, que minimizou a chegada do time ao Z-4 e ainda responsabilizou a arbitragem pela sexta partida do Tricolor sem vitória.

Lembra que o time não tem esquema de jogo, já foi eliminado do Paulistão, da Copa da Brasil e da Sul-Americana, na última dando vexame, e tem tempo suficiente para treinar no Brasileirão, ao contrário de Flamengo e Santos, por exemplo, que estão em outras competições.

Uma outra corrente de conselheiros, no entanto, acha que não adianta Ceni sair e que o problema do São Paulo é de má gestão no departamento de futebol. Tanto que 12 dos jogadores que iniciaram a pré-temporada já saíram, o que mostra total falta de planejamento.

Claro que ainda há muito campeonato pela frente e, cá entre nós, sou dos que acreditam que o Tricolor paulista não cai. Mas que tem feito uma temporada pavorosa isso tem. E Ceni já teve seis meses de trabalho para não mostrar resultado algum, o que aumenta a pressão em relação a seu trabalho, embora boa parte da torcida tenha resolvido pegar no pé do presidente Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, e poupar o treinador, que tem uma bela história no Morumbi.



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