O técnico santista



O Santos demitiu Dorival Júnior sem ter um nome para substituí-lo. O ex-jogador Elano ficará no banco interinamente, mas há uma ala no clube que quer que ele seja efetivado como treinador.

Outra corrente defende o nome de Levir Culpi, com o qual o Peixe já teria até feito contatos iniciais e cujo último trabalho (ruim, por sinal) foi no Fluminense.

Claudinei Oliveira, que trabalho na base do Santos e hoje está no Avaí, tem seu nome defendido por uma terceira corrente, enquanto uma quarta gostaria de ver o ousado Fernando Diniz comandando o Santos.

Além do Brasileiro, o time tem a Copa do Brasil (quartas de final) e a Libertadores (oitavas) pela frente.

Modesto Roma Júnior bancava Dorival sozinho, mas vinha sofrendo muita pressão de torcida e conselheiros para demitir o treinador. Resolveu faze-lo após derrota para o Corinthians, sábado, porque tem eleições à vista e considerou insustentável a permanência de Dorival.

O técnico perdera três dos quatro jogos iniciais do brasileirão, tendo sido covarde no segundo tempo diante do Timão, recuando o time, que, confuso em campo, poderia ter sido goleado em Itaquera. Não fez nada na etapa inicial.

Vale lembrar também que Dorival fez um bom trabalho em quase dois anos na Vila, mas vinha mostrando descontentamento em atuar no litoral, onde era quase sempre hostilizado pela torcida, que desde o início do ano vem contestando seu trabalho.

Em 2017 classificou o Peixe na fase de grupos da Libertadores, avançou na Copa do Brasil, mas caiu nas quartas de final do Paulista e começou muito mal o Brasileirão. Agora bola pra frente. Para o Santos e para Dorival também.



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