A tática da CBF



A CBF quer aproveitar a boa fase da Seleção Brasileira e a lua de mel do torcedor com Tite para ganhar simpatia popular e apoio na mídia.

Pretende investir mais forte no mercado publicitário e em anúncios em TV, rádio, jornais, revistas e outras mídias para melhorar sua imagem e conquistar o apoio de pelo menos uma parte da imprensa.

Quer ainda ampliar o projeto CBF Social com iniciativas que conquistem a torcida e os meios de comunicação num momento em que a Justiça norte-americana está para julgar escândalos de corrupção no futebol mundial que envolvem dirigentes brasileiros, como José Maria Marin, ex-presidente da confederação e amigo de Marco Polo Del Nero, Ricardo Teixeira e o próprio Del Nero, que desde fins de maio de 2015 evita sair do país.

Os contatos da CBF com os patrocinadores da Seleção e políticos brasileiros também têm aumentado nas últimas semanas e o intuito, de acordo com interlocutores da confederação, é ampliar o que eles chamam de “agenda positiva” Como se os resultados em campo e as verbas publicitárias pudessem calar todo mundo. Alguns, talvez, mas todos, certamente não.



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