Calote olímpico?



Prefeitura do Rio e governo do Estado já sinalizaram ao Comitê Rio-2016 que não tem condições de ajuda-lo a pagar as dívidas, que estão na casa dos R$ 100 milhões.

O comitê deve para 36 empresas que prestaram serviços aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do ano passado. Ainda pretende renegociar valores para diminuir o montante, mas não sabe de onde tirar a grana para quitar o que deve.

Como Prefeitura e governo do Rio se comprometeram, lá atrás, a quitar dívidas que o comitê não conseguisse pagar, a expectativa era de que os dois entrassem em ação. Inclusive por força contratual. Mas o governo do Estado, por exemplo, já avisou que está quebrado, nem consegue pagar o básico, os servidores, no caso, educação e saúde estão um caos, fora que a prefeitura diz ter outras prioridades e também estar sem verba para o pós-Olimpíada.

Mesmo no caso do Maracanã, que foi devolvido ao consórcio comandado pela Odebrecht, as reclamações são muitas. De que os organizadores não devolveram o estádio como prometido, com uma série de falhas e estragos que deveriam ter sido corrigidas (no caso das primeiras) e reparados (no caso dos segundos, como centenas de cadeiras faltantes, pane elétrica, buraco no campo etc. etc. etc.).

E o pior é que até agora os organizadores não deram nenhuma explicação convincente sobre o caos pós-Jogos. Não seria hora de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico do Brasil e do Comitê Organizador dos Jogos-2016, falar?



  • Dmitri

    O governo do Rio já pagou aqueles $ 650 mil do calote que deu no Djokovic?

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