Verdão apoia Mancha



As relações entre Palmeiras e Mancha Alviverde continuam as mesmas. Não sofreram mudanças após o assassinato de um dos fundadores da torcida, que está sendo investigado pela polícia.

Desde que Paulo Nobre deixou a presidência do clube, vê-se um processo de reaproximação entre a direção do clube e a organizada, que teria voltado a ganhar regalias, como ajuda em viagens e facilidades na obtenção de ingressos, além de ter sido até convidada para se “apresentar” na posse da conselheira que é também patrocinadora do Verdão.

Teria recebido uma pequena ajuda ainda para desfile no Carnaval paulistano.

Com Nobre, as relações eram de distanciamento e críticas de lado a lado, especialmente depois que as regalias foram cortadas. E cortadas porque a torcida agrediu e ameaçou jogadores, provocou brigas em jogos, fez o time perder mandos de campo, prejudicou o Verdão, enfim…

Nobre não foi seguido por seus pares de outros grandes clubes paulistas, que preferiram manter boas ligações com as uniformizadas de seus times. Tampouco foi seguido por seu sucessor na presidência do Palmeiras, cuja política é outra.

A Mancha insiste que não vai encerrar as atividades, embora não seja improvável que se desmembre em três torcidas, já que os rachas internos são enormes. E perigosos, por que não? Facções, facções…



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