Rainha da Inglaterra



Correligionários de Maurício Galiotte e também conselheiros de oposição andam preocupados com a situação do presidente e do próprio Verdão, que teriam virado reféns de Leila Pereira, manda-chuva da Crefisa e da Faculdade das Américas, patrocinadoras do Palmeiras.

No último final de semana a situação ficou desagradável, já que Eduardo Baptista chegou a não relacionar o atacante Borja, reforço que custou mais de R$ 33 milhões aos cofres das patrocinadoras, pois a ordem era só apresentar o colombiano com a presença de Leila Pereira, que estaria fora do país tratando de compromissos profissionais.

No final, após apelo de Galiotte a Pereira, o atleta foi liberado.

A assessoria de imprensa do Verdão, porém, dá outra versão para o caso. Diz que, como o treinador gostou de Borja treinando, resolveu escala-lo e o presidente apenas informou, de maneira cortês, a patrocinadora que o jogador estrearia sábado.

Apesar do argumento da assessoria, o temor em setores da situação mas principalmente nos da oposição é que, investindo do jeito que está no futebol do clube, o departamento fique cada vez mais à mercê da ova conselheira e Galiotte com o poder diminuído, o que estaria acontecendo.

Questões internas do futebol palmeirense já estariam sendo decididas em conjunto com Pereira, que teria começado, então, a dar as cartas. Afinal é de suas empresas que sai a grana…

Já vimos essa história antes, mas aonde vai parar resta esperar os próximos capítulos. Que estão para chegar.



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