Pressão no Palestra



Mais do que a derrota para o Corinthians, que ganhou com um jogador a menos em campo, a fraca atuação do Palmeiras deixou conselheiros irritados com Eduardo Baptista e ainda mais ressabiados com o trabalho do treinador, considerado por muitos fraco e inexperiente para dirigir o Verdão.

A pressão cresceu com a derrota em Itu, quando o time caiu diante do Ituano, foi amenizada após a goleada contra o Linense, mas voltou com força logo depois do fiasco de ontem na arena corintiana.

O treinador lamentou a lentidão de sua equipe, mas, para conselheiros e integrantes do departamento de futebol, a dificuldade de o time emplacar já assusta e gera uma série de questionamentos.

Muitos apontaram a falta de criatividade e a de jogadas ensaiadas, assim como o excesso de egos, com todo mundo querendo resolver sozinho, como fatores determinantes para o fracasso em Itaquera, embora a impressão seja a de que pelo menos falta de vontade não esteja ocorrendo.

Apesar de ter investido muito menos na atual temporada e de ter sido prejudicado por um erro inexplicável do árbitro, o Corinthians foi melhor no primeiro tempo e mais objetivo na fase final, anulando, até com certa facilidade, o ataque rival.

Sobre Thiago Duarte Peixoto, arrogante o jogo todo, lamentável o que fez no final do primeiro tempo. Patética a expulsão de Gabriel. Inaceitável ignorar seus assistentes e ter insistido na lambança. Pior que o Palmeiras, que parecia até constrangido com o auxílio que recebeu da arbitragem, só mesmo o juiz.



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