Fiel Torcedor em crise



Mantido Roberto de Andrade na presidência do Corinthians, o atual mandatário quer tratar logo de uma série de questões ligadas ao estádio e também à queda de público do time na atual temporada.

De cara vai tentar renegociar com a empresa que cuida do programa Fiel Torcedor a porcentagem que fica com ela e a que cabe ao clube (50% a 50%, segundo o ex-presidente Andrés Sanchez). Em outras agremiações ela é maior para o time, variando de 20% a 30% para a administradora.

De 2016 pra cá o número de adeptos do programa com a conta em dia caiu de quase 140 mil para a casa dos 80 mil, o que preocupa a diretoria.

A política de ingressos caros também será revista, já que a arena em Itaquera tem recebido poucos torcedores quando comparada ao São Paulo, por exemplo, que coloca o valor das entradas lá embaixo.

A ideia é atrair novamente o torcedor para os jogos do Timão, mesmo a equipe não tendo conseguido vaga para a Libertadores, o que desanimou muito gente. Fora a crise político-administrativa que vive o clube.

Além disso o Timão deve formar uma nova comissão para negociar o direito de vender o nome do estádio, novela que já dura seis anos, e conversar com a Odebrecht sobre a finalização das obras na arena, o que também tem dado muito o que falar. Fora montar um plano para saber quantos anos levará para pagar as contas de Itaquera e o quanto isso impactará no futebol, que já tem sofrido com a queda de receitas.



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