Força nas parcerias



A atual administração do Palmeiras, comandada por Maurício Galiotte, espera contar não só com o apoio da Crefisa e da Faculdade das Américas, as duas patrocinadoras do Verdão, para reforçar ainda mais seu elenco para 2018. Além do apoio de suas duas principais parceiras, que, além de colocar quase R$ 70 milhões por ano no Palestra, ainda auxilia financeiramente na compra de jogadores e no pagamento de salários, a ideia é contar com a ajuda da WTorre, construtora responsável pela construção do seu estádio, e também da Allianz, que dá nome ao mesmo.

O fato de o clube ter fechado com o Esporte Interativo, que irá chamar o local de Allianz Parque e não de Arena Palmeiras, já foi um passo em direção a novos rumos da parceria. E o mesmo se dá com a WTorre, que está mais próxima da atual gestão do que da antiga, em relação à qual vivia em litígio.

Na visão do Palmeiras unir esforços é essencial e para todos envolvidos com o clube interessa vê-lo mais forte e próximo de seus parceiros, caso da construtora e da seguradora, que também podem investir no futebol do Verdão.

Novos tempos para o clube, enfim, inclusive no que diz respeito à sua principal organizada, embora aí já considere uma pena e prefira a visão de Paulo Nobre, ex-presidente que se afastou da mesma e cortou algumas regalias que ela tinha.

Mas, com Galiotte e a cúpula da Crefisa e da Faculdade das Américas, a ideia é também trazer a Mancha Alvi Verde para mais perto do dia a dia do clube. O que pode, a meu ver, acabar em problemas, embora eu, particularmente, veja com bons olhos a reaproximação com as principais parceiras do clube. E aí me refiro não só ao comando da Crefisa e da Faculdade das Américas, mas da WTorre e da Allianz também.



  • Eury Luiz Persi

    SE Real Palmeiras, o Real Madrid das Américas simplesmente isso…

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