As brigas no Timão



O Corinthians segue extremamente rachado e há divisões dentro da própria oposição que pede o impeachment de Roberto de Andrade, mas também na situação.

O atual mandatário corintiano ficou irado quando soube que Andrés Sanchez disse que iria cobrar uma série de coisas da atual gestão, que não saberia delegar poder e estaria administrando muito mal o Timão.

A aliados Andrade teria falado em tentativa de golpe e reclamado que Andrés geriu mal a questão da arena em Itaquera, tanto que até hoje, depois de cinco anos de tentativas, os direitos de nomear o estádio não foram vendidos.

Há controvérsias sobre os departamentos financeiro e de marketing do clube, com a atual gestão dizendo que herdou problemas de administrações passadas, inclusive da de Andrés, e com o ex-presidente corintiano, deputado federal pelo PT-SP, criticando o trabalho de Andrade e seus assessores.

Uma parte da oposição insiste na tese do impeachment, enquanto outra acha que Andrade tem que se licenciar e dar lugar a uma junta, que teria a presença de Andrés e Luis Paulo Rosenberg de novo no marketing.

Já a situação acha que Andrade tem de continuar, mas alguns de seus defensores defendem a saída de Andrés de futuras negociações envolvendo a arena em Itaquera, enquanto outros são favoráveis a uma reaproximação com o ex-presidente.

Além de tantas divisões há o receio de que a Lava Jato chegue ao estádio corintiano, ainda mais com a delação da Odebrecht, construtora responsável pela construção, e abale a credibilidade do clube no mercado.

Fora da Libertadores, a avaliação de muitos conselheiros corintianos é de que o time vem se reforçando mal e hoje está numa situação pior do que Palmeiras, Santos e São Paulo, mesmo o Tricolor também enfrentando uma série de problemas financeiros.



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