A saída de Oswaldo



Roberto de Andrade, pressionado por oposicionistas e membros de sua própria diretoria e envolvido em forte crise política no Timão, tem sido pressionado para demitir Oswaldo de Oliveira o mais rapidamente possível.

O presidente, no entanto, pelo menos até a noite de ontem insistia que o técnico ficará até o final de 2017.

Os que pedem a saída de Oliveira reclamam que ele está desatualizado e é um treinador ultrapassado, que faz treinos sempre iguais e alguns muito desgastantes, não levando em conta as características de cada jogador, que venceu apenas dois de dez jogos no comando do Corinthians e ainda teve uma péssima temporada em 2016, inclusive quando comandou o Sport.

Fora da Libertadores do ano que vem, com redução de bilheteria e com o estádio de Itaquera na mira da Lava Jato, o clube sofre redução de receitas e admite que não tem condições de fazer contratações de peso nos próximos meses.

Oliveira, por sua vez, reclama dos dois desmanches que o time sofreu durante o ano, se bem que assumiu o comando quando eles já tinham sido realizados. Ou seja, sabia a qualidade do elenco (ou falta dela) do time que acabou assumindo.

Dois técnicos cujos nomes foram ventilados no Parque São Jorge antes mesmo da última rodada do Brasileirão foram os de Fernando Diniz e Vanderlei Luxemburgo, mas o último, assim como Oliveira, não é visto com bons olhos por uma turma grande de conselheiros.

Clima tenso pelos lados do Timão, inclusive porque a oposição continua batendo na tecla do impeachment de Roberto de Andrade. E com as delações de 77 executivos da Odebrecht, construtora que ergueu a arena do Timão, a coisa ainda pode piorar. A aguardar os próximos capítulos…



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