Ajuda às famílias



A Chapecoense, que perdeu boa parte da diretoria além de seu próprio presidente na semana passada, pretende refazer sua direção com dois focos: a montagem de um novo time para a temporada que vem e a ajuda às famílias das vítimas do trágico acidente aéreo na Colômbia.

Pegou de surpresa a cúpula do clube a notícia de que alguns familiares tiveram problemas para ir ao enterro de seus entes queridos e foram salvos pela ajuda de jogadores, caso do meia Camilo, que auxiliou a família de Bruno Rangel.

Segundo representantes da Chapecoense, o clube, a CBF e uma seguradora estavam cuidando de todos os detalhes possíveis.

O clube catarinense avisou ainda que a CBF irá marcar um amistoso contra a Colômbia para ajudar as famílias das vítimas.

Mais do que a reconstrução do time de futebol o auxílio aos familiares, que foram colocados no voo de uma companhia aérea mais barata e que não vinha cumprindo a regra de combustível, algo que agora tem sido denunciado, é vital.

Segundo atletas de outros times que têm contato com famílias das vítimas, a ajuda psicológica foi dada apenas na hora do velório e nos dias anteriores à chegada dos corpos, mas apenas para quem estava em Chapecó.

A Chapecoense e a própria CBF, porém, dizem que pouco a pouco terão toda a ajuda financeira necessária, inclusive porque tanto uma quanto outra tinham seguro em caso de acidente como o que lamentavelmente ocorreu terça passada.

PS. Hoje publiquei uma coluna na diário LANCE! contando um pouco da história de Bruno Landgraf, ex-goleiro do São Paulo e da Seleção Brasileira Sub-20, um sujeito sensacional que tive a oportunidade de conhecer na semana anterior à tragédia da Chape. Sofreu um acidente gravíssimo de carro em 2006, ficou tetraplégico, virou um baita atleta paralímpico, guerreiro pacas e é um exemplo para todos nós.

Como mencionei no final do texto, “a vida, por mais dolorosa que seja, continua.” “E pode ser menos complicada se agirmos com humanidade, respeito, carinho e amor ao próximo.”

A última nota, porém, quando falava do voo da Chape, saiu com erro de edição. A anterior acabou sendo repetida… A certa segue aqui: “A ligação da companhia aérea que fez o voo da Chapecoense com equipes e seleções de futebol da América do Sul tem que ser investigada. Porque, pelo que vimos até aqui, não se trata de um “mero” acidente ou “apenas” de uma fatalidade. As vidas que se foram não voltam mais, mas as responsabilidades pelo que aconteceu têm que ser averiguadas. E força, muita força aos que ficaram…”



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