A volta dos rojões



Depois de muito tempo voltaram os rojões em diferentes bairros paulistanos a cada gol do Brasil, que ontem meteu 3 a 0 na Argentina e consolidou o processo de reaproximação com a torcida brasileira. Tanto que Tite, pela segunda vez em cinco jogos, teve seu nome gritado pela galera no Mineirão. Antes havia sido ovacionado em Natal.

Mais uma vez a Seleção jogou bem. No primeiro tempo chegou a ser pressionada pela Argentina, que até teve um pênalti não assinalado, pelo menos a meu ver, como o Brasil também teve na etapa final, mas soubemos segurar as ofensivas do adversário. E aproveitar o talento individual de Coutinho, Neymar e Gabriel Jesus, que começou meio sumido, mas depois apareceu com tudo.

O time atuou com ousadia o tempo todo e, mesmo com 3 a 0 no marcador, insistia em atacar, atacar e atacar, com um toque de bola muito bonito, muito bonito mesmo e muitas vezes vindo lá de trás…

Foram cinco jogos com Tite, cinco vitórias, mas tão importante quanto os resultados conseguidos é o fato de o time agora já apresentar uma cara, jogar com alegria, um clima de união que dá para qualquer um sentir, algo que não tínhamos com Dunga e Gilmar Rinaldi. Aliás uma dupla escolhida por José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, ambos responsáveis por termos perdido dois anos de preparação para a Copa da Rússia. Mas com Tite, finalmente, a história mudou… Já era tempo. O que não significa que não devamos continuar lutando por mudanças na CBF. Muito pelo contrário, aliás, inclusive porque o próprio Tite, meses antes de assumir o cargo, defendia a renúncia imediata de Del Nero. Duvido que tenha mudado de ideia, embora agora, sobre isso, prefira não polemizar. O que é até compreensível.



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