Lava Jato em Itaquera



Não é só o desempenho do time que tem preocupado a direção do Corinthians, mas também os próximos passos da Operação Lava Jato.

O receio é que, com todas as arenas que tiveram participação da Odebrecht na fase de construção e/ou gestão na mira do Ministério Público, a imagem do clube seja atingida e fique ainda mais difícil vender os direitos de nomear o estádio em Itaquera.

Desde março o Corinthians anda preocupado com o assunto e trabalha com a forte possibilidade de ter que dar explicações à Justiça. A suspeita é que a empreiteira tenha usado dinheiro ilegal nas obras e pago propina para realiza-las.

No início do ano André Luiz de Oliveira, vice do Timão, teve seu nome citado, já que aparecia numa planilha da construtora apreendida pela Polícia Federal. A suspeita era de que o dirigente tivesse recebido propina da Odebrecht, o que ele sempre negou. Chegou a ser detido, mas por porte ilegal de arma, e depois foi solto.

Lava Jato à parte, a cúpula do Corinthians tem pedido apoio da torcida, que ontem não compareceu como o esperado para o jogo contra o Atlético-MG. O público não chegou a 20 mil torcedores e a direção já teme sofrer nova queda de receitas com a queda do desempenho no Brasileirão, torneio em que tem se afastado do G-4.

Apesar de dizer que conseguir vaga para a Libertadores é obrigação, se continuar desse jeito a missão dificilmente será cumprida. Via Copa do Brasil ou Brasileiro, pois a equipe tem rendido pouquinho, pouquinho, pouquinho… E a torcida já perdeu a paciência há um tempo…



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