A saída de Gomes



Boa parte da direção do São Paulo, pressionada por um forte grupo de conselheiros, quer a saída de Ricardo Gomes no ano que vem. A avaliação é de que a contratação do treinador foi equivocada e que ele não tem pulso para comandar a equipe, que está dividida no vestiário.

O clima no Morumbi é dos piores, mas, apesar da eliminação prematura na Copa do Brasil para um time da Série C e do péssimo momento no Brasileirão, a cúpula diretiva não vê grandes riscos de rebaixamento, já que há times piores no campeonato.

Conselheiros têm reclamado que não foram escutados por Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, presidente do Tricolor, quando o clube optou pela contratação de Ricardo Gomes, antes no Botafogo, e que não têm voz no departamento de futebol. As críticas ao goleiro Denis continuam intensas e muitos acham que Leco errou ao apostar em jogadores estrangeiros, que ficaram órfãos com a saída de Edgardo Bauza para a seleção argentina.

Para piorar mais um pouco o vice Roberto Natel afastou-se do presidente, também se queixando que não tem sido ouvido, e aumentou o racha entre os poderosos do Morumbi. E a torcida já prepara novos protestos, o que é uma lástima, inclusive porque no último que fez invadiu o CT e chegou a agredir pelo menos um jogador. Caso de polícia, enfim.



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