Só em 2017?



No Corinthians a impressão que se tem é que discutir a venda do direito de nomear a arena em Itaquera virou assunto proibido.

Apesar de ter sido veiculado o interesse de uma empresa do ramo de bebidas para comprar os naming rights do estádio, a cúpula corintiana não quer comentar o assunto. Três dirigentes influentes, porém, dizem que dificilmente sai negócio antes do ano que vem. E o motivo? A crise econômica do país.

Não foi por acaso que, na coletiva de imprensa de Roberto de Andrade para explicar o futuro do time pós-Cristóvão Borges, o presidente fez questão de mencionar a situação falimentar do Brasil para dizer que tem que controlar os gastos. E, indiretamente, colocar a questão da venda dos naming rights no “devido lugar”. Insinuando que não sai porque o país está quebrado e a economia parada.

A novela da venda dos direitos da Arena Corinthians arrasta-se há mais de quatro anos. A ideia era termina-la em fevereiro de 2013, depois fico para o pré-Copa, passou para o pós-Copa, para 2015, 2016 e talvez agora vá para 2017.

Os valores mencionados, porém, de R$ 400 milhões a R$ 420 milhões por um período de 20 anos são os mesmos de quatro anos e meio atrás, o que preocupa um grupo de conselheiros. Mas oficialmente a diretoria prefere o silêncio. Até para não atrapalhar possíveis negociações.



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