São Paulo acuado



Os jogadores do São Paulo reclamaram à diretoria sobre a insegurança que têm sentido depois da invasão do CT no sábado passado, quando cerca de 400 torcedores foram pressiona-los e chegaram a agredir pelo menos um atleta.

Para piorar, Dragões da Real e Independente não recuaram e admitem novos protestos, inclusive semelhantes ao último realizado, caso o time não apresente um bom futebol diante do Palmeiras, quarta da semana que vem.

A relação entre as uniformizadas e a direção do Tricolor vem piorando nos últimos tempos e os jogadores têm dito que se sentem acuados inclusive quando saem às ruas.

Já um grupo de conselheiros e parte da diretoria querem que o presidente Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, tome providências e finalmente tire Gustavo de Oliveira do departamento de futebol.

Leco argumenta que não tem intenção de fazer isso porque houve melhoras no departamento, ao contrário do que dizem alguns. E uma delas é que o clube não estaria mais atrasando salário.

Quem contesta sua gestão no futebol, porém, diz que, se houve melhoras financeiras, elas não se devem ao departamento em questão, mas ao de finanças, que conseguiu reduzir o montante de dinheiro emprestado pelo São Paulo de R$ 180 milhões para R$ 115 milhões.

Leco afirma ainda sofrer para comandar o clube pela herança maldita que teria herdado de Carlos Miguel Aidar, que por sua vez vinha responsabilizando seu antecessor, Juvenal Juvêncio, pelo caos na administração do Tricolor.

Com rachas internas cada vez maiores e a pressão das uniformizadas, o São Paulo já jogou a toalha em relação à atual temporada. Na própria diretoria a avaliação é a de que o time não passa pelo Juventude na Copa do Brasil (perdeu o jogo de ida em casa por 2 a 1) e luta para não ser rebaixado no Brasileirão… A coisa está feia, enfim. Bem feia pelos lados do Morumbi.



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