O pedido de Cristóvão



Cristóvão Borges pediu apoio à diretoria do Corinthians para continuar seu trabalho no clube.

Reclamou à direção que tem se sentido isolado no departamento de futebol e alvo de protestos de torcedores, conselheiros e dirigentes quando, na verdade, o elenco perdeu muitos jogadores na janela de transferência e não por responsabilidade sua.

Cristóvão queria contar com Alexandre Pato, mas o Corinthians fez de tudo para se livrar do atleta e acabou conseguindo. Queria ficar com André e Luciano, mas os dois atacantes também mudaram de ares no meio do ano. Fora que perdeu força no meio-campo com as saídas de Bruno Henrique e Elias. Ou seja, tem um grupo mais fraco do que o comandado por Tite no início do ano.

Na avaliação do treinador, dos seis times que ocupam as primeiras posições do Brasileirão o com elenco mais frágil é justamente o seu, que ocupa a quarta posição, mas pode ser ultrapassado pelo Grêmio. Acha que Palmeiras, Flamengo, Atlético-MG, Grêmio e Santos são mais fortes do que o Corinthians. E diz que tem trabalhado com afinco, apesar das críticas, e conseguido bons resultados, como o empate de ontem por 1 a 1 diante do Fluminense, fora de casa, pela Copa do Brasil. Jogo em que, no segundo tempo, o Timão se saiu bem.

Quer, enfim, demonstrações públicas de apoio da direção corintiana e uma “blindagem” para seguir seu trabalho. E tem razão. Cristóvão vem trabalhando bem, tem conseguido resultados e não é o responsável por mais uma debandada de atletas do Timão. Tem feito o possível. E acho que merece mesmo apoio da diretoria. Mas apoio de verdade, como vem pedindo, para que não queimem seu trabalho, o que seria uma pena.



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