Bala perdida



Poucos sabem mas membros do Comitê Olímpico Internacional têm sido pressionados em relação às provas de tiro esportivo nas Olimpíadas.

Movimentos nos Estados Unidos e também na Europa favoráveis à restrição ao uso de armas por cidadãos comuns acham que é um mau exemplo que ainda haja provas como as de tiro em Jogos Olímpicos, que em tese deveriam pregar a paz. Por mais que o alvo não seja outro ser humano… Acham que instiga a violência e incentiva atiradores amadores que podem acabar fazendo besteiras ou cometendo loucuras.

Já a Associação Nacional de Rifles dos Estados Unidos, que apoia a candidatura de Donald Trump à presidência do país, é favorável a que continuem fazendo parte da Olimpíada.

Vale lembrar que as três primeiras medalhas olímpicas do Brasil, conquistadas em 1920, foram com atletas do tiro esportivo. E a primeira nos Jogos do Rio-2016 foi com um atirador que vinha treinando no clube A Hebraica, em SP, e tem patrocínio de uma empresa chamada Rifle.

Nos Jogos os atletas contam com seis tipos diferentes de armas para provas distintas em que os alvos são fixos ou móveis.

Mas, para muitos ativistas de direitos humanos, atiradores em Olimpíada estão longe de ser um bom exemplo.

Há controvérsias e o COI não vai se pronunciar oficialmente sobre o assunto. O que se sabe é que tão cedo não há risco de o tiro deixar de ser modalidade olímpica. Por mais que esteja dando polêmica no exterior.



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